No meu interior tem Deus

Sábado, 8 de Setembro de 2012

Façam o favor de ser felizes

«Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não me esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus, a cada manhã, pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um «não». É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta».

 

Augusto Cury, «Dez leis para ser feliz».

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 19:20
| comentar
Domingo, 29 de Julho de 2012

Partilhando

Ouvi esta história do Pe. Mário Casagrande:

Um dia uma menina chegou ao Colégio com dois rebuçados.

- Uhm! Que rebuçados tão bons!

- São todos para mim.

- Eu também já não tenho dentes para isso mas repara naquela tua colega. Está triste. Se eu tivesse rebuçados dava-lhe um...

A miúda hesitou e a muito custo partilhou um doce com a colega.

No final do dia o Padre perguntou-lhe:

- Então, já comeste o rebuçado?

- Sim. Era booom...

- E o que é que sentes agora?

- Agora não sinto nada.

- Diz-me lá. Qual o rebuçado que agora te dá maior satisfação: o que comeste ou o que deste à tua colega?

A miúda à conclusão que o rebuçado que partilhara ainda lhe causava satisfação.

Cinco pães e dois peixes, que é isto para tanta gente? Partilhou-se e o milagre aconteceu: o pouco com Deus é muito.

O pão que reparto é o que me dá melhor sabor. A felicidade que semeio é a que realmente permanece. E a alegria que partilho é a que realmente conta.

Pe. José David Quintal Vieira, scj

© Sacerdotes do Coração de Jesus - Dehonianos

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 22:34
| comentar
Quarta-feira, 25 de Julho de 2012

TEMPO DE ESPÍRITO SANTO

Vai, no caminho, a briança

Seguida dos cantadores,

Saudando a esp’rança

À porta dos criadores.

Louvam quem teve o cuidado

De, no Raminho, engordar,

Tanta cabeça de gado,

Tanta esmola a partilhar.

No bodo, vai dar-se o pão,

Carne, vinho, muita poesia

Rimada em oração

Na noite da cantoria.

Quem anda pelo caminho

De cabeça levantada,

Sente que o ar do Raminho

Cheira a massa sovada.

E, se apurar os sentidos,

Vai ver que, sobre a mesa,

Os cheiros mais atrevidos

São de alcatra, com certeza.

Bem pode molhar o pão

Nesses cheiros divinais.

À mesa, os pobres são

Raminho dos Folhadais.

 

Pobres que bem ricos são

Porque fazem da bondade

O bodo da caridade

Na praça do coração.

Por isso, há este encanto

De querer ser imperador

E levar o Espírito Santo

Em cortejo de louvor.

Cortejo com todos nós:

Duas alas de harmonia,

Cantando, numa só voz,

Uma antiga Avé-Maria.

Sob o sombreiro de faia,

Há sorrisos e há beijos.

Caem confeitos na saia

Muito brancos de desejos.

A pomba de alfenim

Lá vai voando no peito

De um grande amor-perfeito

Apanhado no jardim

Desta linda freguesia,

Enfeitada de corais,

Debruada de magia...

Raminho dos Folhadais!

 

Álamo Oliveira

In «Raminho dos Folhadais», inédito

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 21:01
| comentar
Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

A Bíblia e o telemóvel

Já imaginaste o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia da mesma forma que tratamos o nosso telemóvel? Se trouxéssemos sempre a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

Se olhássemos para a Bíblia várias vezes ao dia?

Se voltássemos para ir buscá-la quando a esquecemos em casa, ou no escritório…?

Se a usássemos para enviar mensagens aos nosso amigos?

Se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

Se a oferecêssemos de presente às crianças?

Se a usássemos quando viajamos?

Se a fôssemos buscar, em caso de emergência?

Ao contrário do telemóvel, a Bíblia não fica sem sinal. Ela “tem rede” em qualquer lugar.

Não é preciso preocupar-nos com a falta de crédito, porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a chamada e a carga da bateria dura toda a vida.

«Buscai o Senhor, enquanto se pode encontrar, invocai-o, enquanto está perto» (Isaías 55, 6).

NELA ENCONTRAMOS ALGUNS “NÚMEROS DE TELEFONE” DE EMERGÊNCIA:

Quando estiveres triste, liga para João 14.

Quando as pessoas falarem de ti, liga para o Salmo 27.

Quando estiveres nervoso, liga para o Salmo 51.

Quando estiveres preocupado, liga para Mateus 6, 19-34.

Quando estiveres em perigo, liga para o Salmo 91.

Quando Deus te parecer distante, liga paro o Salmo 63.

Quando a tua fé precisar de ser activada, liga para Hebreus 11.

Quando estiveres solitário e com medo, liga para o Salmo 23.

Quando fores áspero e crítico, liga para 1 Coríntios 13.

Para saber o segredo da felicidade, liga para Colossenses 3, 12-17.

Quando te sentires triste e sozinho, liga para Romanos 8, 31-39.9

Quando quiseres paz e descanso, liga para Mateus 11, 25-30.

Quando o mundo te parecer maior que Deus, liga para o salmo 90.

( Autor desconhecido) 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 18:26
| comentar
Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Falar claro

Uma estudante teve uma triste experiência no mundo da droga. Foi levada para uma comunidade de acolhimento, a fim de se libertar dessa escravidão.

Uns dias depois, o padre que orientava a comunidade, pessoa culta e formada em psicologia e teologia, quis falar com ela.

A jovem, com palavras muito duras, foi contando a sua experiência com as drogas.

Este primeiro encontro foi seguido de outros, mas sem resultados visíveis. O padre procurava convencer a jovem com os argumentos mais convincentes, os que julgava mais científicos, mas ela continuava sempre igual.

Vieram as férias e terminaram os encontros entre o sábio padre e a estudante. Recomeçou o ano e ela não apareceu. O padre perguntou por ela e disseram-lhe que se tinha convertido.

A jovem apareceu mais tarde, entrou no gabinete do padre e abraçou-o. E contou então a história da sua conversão:

- O senhor nas nossas conversas tratou-me com luvas de veludo. Mas o cozinheiro com quem trabalhei este Verão tratou-me de maneira diferente. Disse-me: Vejo que andas triste. Por que é que não permites que Cristo entre na t?» Eu comecei a ler os Evangelhos todas as noites. E num  desses dias Cristo entrou na minha vida e curou-me».

 (Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 00:55
| comentar
Sábado, 19 de Junho de 2010

O Mistério do Sofrimento

Um dia, um grupo de pessoas discutia acerca de Deus. Eram elas uma mulher vítima dos campos de concentração dos nazis, um jovem negro rejeitado pelos brancos e uma jovem estudante que tinha sido violada. Todos faziam a mesma pergunta:

- Será que Deus sabe o que é sofrer? Ele, lá longe deste mundo, deve ter uma vida muito cómoda.

Um deles foi dizendo:

- Gostava que Deus, para sentir o que é a maldade e o sofrimento, nascesse judeu, que tivesse um trabalho duro de forma a passar fome e sede, fosse atraiçoado pelos seus amigos, fosse julgado e condenado por um juiz cobarde, que fosse torturado, que sentisse o que é estar terrivelmente só, que o fizessem morrer como um bandido…

Um dos presentes, que conhecia alguma coisa da vida de Jesus, ficou em silêncio. Os companheiros perguntaram-lhe se não falava como antes. Ele disse:

- Afinal, Deus já passou por todos esses sofrimentos. Os Evangelhos disso dão testemunho. Deus fez-se realmente homem em Jesus de Nazaré.

E foi explicando aos companheiros que Deus quis nascer judeu, viveu pobremente, foi rejeitado pelo seu povo e, na sua paixão, desceu até ao sofrimento mais doloroso e humilhante.

Jesus Cristo é Deus connosco. Ele desceu aos infernos, isto é, assumiu verdadeiramente a condição humana mesmo naquilo que existe de mais humilhante. E fê-lo por amor.

Em Jesus, Deus conhece as nossas dores, as nossas angústias perante a morte, o abandono dos amigos. Em Jesus, Deus assumiu a nossa condição humana. Com Ele, a Vida vencerá.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 01:09
| comentar

Deus existe!

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo. Conversa vai, conversa vem até que surgiu o tema de Deus… O barbeiro disse:

- Para mim não é claro que Deus exista como você diz. Nem sequer acredito em tal!

- Mas, que é que o leva a duvidar? – perguntou o cliente.

- Bem, é simples, você só precisa sair à rua e contactar com as pessoas, para perceber que Deus não existe. Se Deus existisse, acha que haveria tantas pessoas doentes? Tantas crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor nem sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permita todas essas coisas más.

O cliente pensou por um momento, mas não quis dar uma resposta imediata para evitar renhida discussão. O barbeiro terminou o trabalho; e o cliente fez as contas e saiu.

Neste momento, ele deparou com um homem na rua com barba e cabelos longos e desalinhados.

Então o cliente voltou a entrar na barbearia e disse ao barbeiro:

- Sabe uma coisa, amigo? Afinal, não existem barbeiros.

- Como não existem? – replicou o barbeiro.

- Estou eu aqui e sou um barbeiro!

- Não existem, não, senhor! – exclamou o cliente. A prova é que, se eles existissem, não andariam pessoas com barba e cabelos longos e mal arranjados como aquele homem que vai ali na rua.

 - Ah!... mas, na verdade, existem barbeiros. O que acontece é que nem todas as pessoas os procuram. E isso é uma opção delas.

- Exactamente! – afirmou o cliente – É justamente isso . Encontrou a resposta para a sua dúvida inicial. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não O procuram, pois essa é a opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo, que não são assumidos. É mais cómodo atribuí-los à não existência de Deus ou a culpa de Deus.

Ofereçamos a nossa vida a Deus com toda a generosidade. Mas não cruzemos os braços pensando que o destino está traçado.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 00:51
| comentar
Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

Espiritualidade

Um dia, dois jovens foram ter com um mestre de vida espiritual e pediram-lhe:

- Ajude-nos a ser santos.

O mestre aceitou o seu pedido e deu início ao estágio. Começou por lhes entregar umas vassouras a fim de varrerem o pátio. Eles, um pouco espantados por um tal pedido, assim fizeram. Depois mandou-os para a cozinha descascar batatas. Em seguida, rachar a lenha.

Depois do almoço, foi preciso lavar a loiça. Foi então que um cochichou para o outro.

- Será que o mestre entendeu o nosso pedido? Pedimos para ser iniciados no caminho da santidade e ele manda-nos fazer trabalhos banais.

No dia seguinte, os trabalhos continuaram, apenas com uma variante: de manhã e à noite, um bom tempo para a oração. Foram ter com o mestre e perguntaram-lhe:

- Quando começa a nossa iniciação no caminho da santidade?

Resposta imediata:

- Já começou. Mas sois maus alunos, porque ainda não sabeis fazer com amor as tarefas mais humildes.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 23:43
| comentar

Oração

Um camponês, durante um dia de mercado, entrou num restaurante para almoçar. Estava quase cheio de ricos comerciantes. O empregado indicou-lhe uma mesa a um canto onde estava um único talher.

Ele, antes de se sentar, fez uma breve oração seguida do sinal da cruz.

Os seus vizinhos observaram-no com uma curiosidade cheia de ironia e um deles perguntou-lhe:

- Na sua terra as pessoas rezam antes de comer?

Os outros sorriram de ironia ao ver esse homem sem medo de manifestar publicamente a sua fé.

O camponês, que tinha começado tranquilamente a comer, respondeu:

- Não, há quem não reze antes de comer nem depois.

Um dos vizinhos de mesa, escarneceu:

- Ah, sim? E quem é que não reza?

O camponês respondeu tranquilamente:

- Por exemplo, as minhas vacas, o meu burro e os meus porcos…

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 23:16
| comentar
Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Demonstração filosófica da existência de Deus

O universo existe, porque a gente sabe que ele começou. Se tudo tivesse que começar, não teria começado nada.

Cada fenómeno da natureza tem a sua explicação noutro fenómeno. Enquanto cada realidade está em cadeia, encontra a explicação do seu funcionamento dentro da cadeia de causas e efeitos, exemplo: o Homem come a vaca, a vaca come a erva, a erva busca a sua energia no Sol, o Sol é o resultado da concentração de poeiras cósmicas que derivam, por sua vez, duma explosão que se deu no início de tudo e, a partir da qual, se formou a matéria que constitui o universo. A prova desse começo, ou seja, do “Big-Bang” é o afastamento das Galáxias para os limites do Universo, como resultado da energia libertada por essa explosão e são, também, os quasars que são ondas vibratórias, ou seja, restos fossilizados da explosão inicial. Historicamente a cadeia é finita enquanto funciona, e levanta-se o problema da existência da origem do funcionamento do primeiro elemento da cadeia História, ou seja, do “Big-Bang”. Neste momento vemos que o funcionamento da cadeia não se explica só pela cadeia. Mais concretamente, a energia para actuar precisa de estar concentrada e precisa de uma energia maior e não se pode ir até ao infinito, porque o infinito implica nunca ter começado e se o universo existe é porque teve um princípio. Se não existissem estados anteriores de energia, não existiria o estado actual de energia concentrado, ora, como existe o estado actual de energia concentrado, logo existem os estados anteriores de energia e logo terá de haver uma “energia”, ou melhor, uma realidade que não é fenómeno, uma causa incausada que esteja na origem do primeiro fenómeno da cadeia.

O que equivale a dizer que de antecedente em antecedente chegamos a um primeiro facto que precisa de um antecedente que, por sua vez, não precisa de antecedente, ou seja, que não começou, que existe simplesmente, que é anterior a tudo.

Chamem-lhe o que quiserem chamar, nós chamamos-lhe Deus.

Portanto dá-se uma passagem do empírico (experimental) para o não empírico por força dos factos, pois, se não houvesse esse “Ser” não haveria condições de existência do mundo Histórico.

Alguém disse que buscar Deus para além do universo era como tentar dependurar uma corrente num prego pintado na parede… Mas, na realidade, dá-se absolutamente o contrário: a “corrente” está dependurada, isto é, o universo existe! Portanto tem de estar lá o “prego”… Quer dizer: se o universo existe, Deus existe.

Padre João Pires

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 13:03
| comentar

Tradutor

posts recentes

Façam o favor de ser feli...

Partilhando

TEMPO DE ESPÍRITO SANTO

A Bíblia e o telemóvel

Falar claro

O Mistério do Sofrimento

Deus existe!

Espiritualidade

Oração

Demonstração filosófica d...

Juventude e religião

CONTADOR


Contador Grátis

Oração do amigo- Gabriel Chalita

Banda Dominus Padre Fábio Ivete Sangalo Não estou sozinho

links

A autoridade é para servir - Pe. Fábio de Melo

A Paz Pe Fabio de Mello e Roupa Nova 30 anos Oficial

Viver Pra Mim É Cristo - Padre Fábio de Melo

SÓ DEUS BASTA