No meu interior tem Deus

Quinta-feira, 2 de Agosto de 2012

Vai de férias com Deus!

Para isso, leva na bagagem: A Bíblia, o coração aberto e o pensamento em Deus.

Se vais de viagem não te esqueças de elevar a tua oração a Deus, para que Ele te dê uma boa viagem, pois Ele é o Senhor da Vida.

Se vais para a praia, agradece ao Senhor pela água, pela areia, pelo céu, pois Ele é o Senhor do Universo.

Se vais para o campo, agradece pelas árvores, pelas flores, pelos pássaros, pois Ele é o Senhor da Natureza.

Agradece ao Senhor pelas pessoas que encontrares, pois Ele é o Senhor de todos os seres vivos.

Escolhe momentos de silêncio, para escutares a voz do teu Senhor.

Vai de férias, mas leva Deus contigo!

(jam.org)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 22:18
| comentar
Sexta-feira, 24 de Junho de 2011

Santíssima Trindade - Trinitas

Conta-se que certa vez um filósofo cruzou-se com as crianças que vinham da catequese.

- O que é que aprenderam hoje?

- Hoje aprendemos o mistério da Santíssima Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.

- Ena pá, com tanta gente! E qual deles é o mais velho?

- As pessoas divinas são eternas portanto em Deus não há idade.

- Então o pai não é mais velho do que o filho? Insiste o filósofo.

- Claro que não. Aprendemos que há um só Deus em três pessoas iguais e distintas.

- Então diz-me lá. O teu pai não é mais velho do que tu?

- Não senhor...

- São essas mentiras que vão aprender à catequese? Olha, o meu pai é mais velho do que eu.

- Pois fique a saber que o meu não. O meu pai é há tanto tempo meu pai como eu sou seu filho. Enquanto eu não fui filho dele, ele não foi meu pai.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, ao Deus que é, que era e que vem, como era no princípio, agora e sempre.

As pessoas divinas não são três deuses porque o cumprimento, a largura e a profundidade dum corpo não são três corpos; nem a raiz, o tronco e os ramos não formam três árvores; como a forma, a cor e a fragrância da flor não fazem três flores. Assim Deus não se contenta em relacionar-se com o Homem apenas como Pai, mas também como irmão, por Jesus Cristo, e como Espírito vivificante.

Pe. José David Quintal Vieira, scj

© Sacerdotes do Coração de Jesus - Dehonianos

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 22:23
| comentar
Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010

A virtude esquecida

Conta-se que, na China antiga, um príncipe da região norte do país estava para ser coroado imperador. Mas, de acordo com a lei, ele deveria casar-se. Sabendo disso, resolveu fazer uma disputa entre as jovens da corte ou quem quer que se achasse digna da sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, há muitos anos serva do palácio, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu tristeza, pois sabia que a sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

 Ao chegar a casa relatou o facto à jovem e espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração. Incrédula, indagou-a:

- Minha filha, o que vais lá fazer? Estarão presentes todas as mais belas e ricas jovens da corte.

A filha respondeu:

- Querida mãe, eu sei que jamais serei a escolhida, mas é a minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe. E isso já me fará feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, jóias e com as mais determinadas intenções.

Então, o príncipe anunciou o desafio:

- Darei a cada uma de vós uma semente. Aquela que dentro de seis meses me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes de jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão do seu amor, ela não precisaria de se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. Dia após dia, ela sentia cada vez mais longe o seu sonho, mas aumentava o seu profundo amor.

Passaram-se seis meses e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a jovem comunicou à sua mãe que, independente das circunstâncias, iria ao palácio, na data e hora combinada, nem que fosse só para ver o príncipe.

Na hora marcada, estava lá com o seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com a flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como a sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reacções. Ninguém compreendeu por que é que ele escolheu aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:

- Esta jovem foi a única que cultivou a flor que a torna digna de ser uma Imperatriz, a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis!

  ( Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:16
| comentar
Sábado, 17 de Julho de 2010

O Importante é o coração

Um dia, um jovem rico apresentou-se à porta de um convento, pois desejava entrar nessa Ordem Religiosa. O abade acolheu-o fraternalmente e quis saber as suas motivações. Ele buscava a perfeição e o abade foi-lhe dizendo que a vida religiosa nessa Ordem era muito rigorosa, exigia muitas mortificações.

O jovem disse que estava pronto para o que fosse necessário. Ergueu a cabeça e disse orgulhosamente:

- Eu visto-me sempre de branco, não bebo senão água, no Inverno rolo-me na neve. Para melhor me mortificar, costumo pôr pregos nos sapatos e ordeno que um criado me dê chicotadas.

Naquele instante, passou por ali um cavalo branco. O animal deitou-se e rolou na neve para se refrescar. Tinha pregos nas suas patas e recebia chicotadas do seu dono. O abade disse então ao jovem:

- Viste? O cavalo tem uma vida sacrificada. Contudo não passa de um cavalo.

O jovem ficou no convento e foi aprendendo que o hábito não faz o monge, que a vida religiosa não está nas mortificações, nos jejuns, nos sacrifícios, no modo de vestir. A vida religiosa consiste em cumprir os votos de pobreza evangélica, de castidade, de obediência e em viver em comunidade fraterna. E consiste também em dar testemunho de como é belo seguir a Cristo.

(Autor Desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 23:25
| comentar
Sábado, 19 de Junho de 2010

O Mistério do Sofrimento

Um dia, um grupo de pessoas discutia acerca de Deus. Eram elas uma mulher vítima dos campos de concentração dos nazis, um jovem negro rejeitado pelos brancos e uma jovem estudante que tinha sido violada. Todos faziam a mesma pergunta:

- Será que Deus sabe o que é sofrer? Ele, lá longe deste mundo, deve ter uma vida muito cómoda.

Um deles foi dizendo:

- Gostava que Deus, para sentir o que é a maldade e o sofrimento, nascesse judeu, que tivesse um trabalho duro de forma a passar fome e sede, fosse atraiçoado pelos seus amigos, fosse julgado e condenado por um juiz cobarde, que fosse torturado, que sentisse o que é estar terrivelmente só, que o fizessem morrer como um bandido…

Um dos presentes, que conhecia alguma coisa da vida de Jesus, ficou em silêncio. Os companheiros perguntaram-lhe se não falava como antes. Ele disse:

- Afinal, Deus já passou por todos esses sofrimentos. Os Evangelhos disso dão testemunho. Deus fez-se realmente homem em Jesus de Nazaré.

E foi explicando aos companheiros que Deus quis nascer judeu, viveu pobremente, foi rejeitado pelo seu povo e, na sua paixão, desceu até ao sofrimento mais doloroso e humilhante.

Jesus Cristo é Deus connosco. Ele desceu aos infernos, isto é, assumiu verdadeiramente a condição humana mesmo naquilo que existe de mais humilhante. E fê-lo por amor.

Em Jesus, Deus conhece as nossas dores, as nossas angústias perante a morte, o abandono dos amigos. Em Jesus, Deus assumiu a nossa condição humana. Com Ele, a Vida vencerá.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 01:09
| comentar

Deus existe!

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo. Conversa vai, conversa vem até que surgiu o tema de Deus… O barbeiro disse:

- Para mim não é claro que Deus exista como você diz. Nem sequer acredito em tal!

- Mas, que é que o leva a duvidar? – perguntou o cliente.

- Bem, é simples, você só precisa sair à rua e contactar com as pessoas, para perceber que Deus não existe. Se Deus existisse, acha que haveria tantas pessoas doentes? Tantas crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor nem sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permita todas essas coisas más.

O cliente pensou por um momento, mas não quis dar uma resposta imediata para evitar renhida discussão. O barbeiro terminou o trabalho; e o cliente fez as contas e saiu.

Neste momento, ele deparou com um homem na rua com barba e cabelos longos e desalinhados.

Então o cliente voltou a entrar na barbearia e disse ao barbeiro:

- Sabe uma coisa, amigo? Afinal, não existem barbeiros.

- Como não existem? – replicou o barbeiro.

- Estou eu aqui e sou um barbeiro!

- Não existem, não, senhor! – exclamou o cliente. A prova é que, se eles existissem, não andariam pessoas com barba e cabelos longos e mal arranjados como aquele homem que vai ali na rua.

 - Ah!... mas, na verdade, existem barbeiros. O que acontece é que nem todas as pessoas os procuram. E isso é uma opção delas.

- Exactamente! – afirmou o cliente – É justamente isso . Encontrou a resposta para a sua dúvida inicial. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não O procuram, pois essa é a opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo, que não são assumidos. É mais cómodo atribuí-los à não existência de Deus ou a culpa de Deus.

Ofereçamos a nossa vida a Deus com toda a generosidade. Mas não cruzemos os braços pensando que o destino está traçado.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 00:51
| comentar
Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

Espiritualidade

Um dia, dois jovens foram ter com um mestre de vida espiritual e pediram-lhe:

- Ajude-nos a ser santos.

O mestre aceitou o seu pedido e deu início ao estágio. Começou por lhes entregar umas vassouras a fim de varrerem o pátio. Eles, um pouco espantados por um tal pedido, assim fizeram. Depois mandou-os para a cozinha descascar batatas. Em seguida, rachar a lenha.

Depois do almoço, foi preciso lavar a loiça. Foi então que um cochichou para o outro.

- Será que o mestre entendeu o nosso pedido? Pedimos para ser iniciados no caminho da santidade e ele manda-nos fazer trabalhos banais.

No dia seguinte, os trabalhos continuaram, apenas com uma variante: de manhã e à noite, um bom tempo para a oração. Foram ter com o mestre e perguntaram-lhe:

- Quando começa a nossa iniciação no caminho da santidade?

Resposta imediata:

- Já começou. Mas sois maus alunos, porque ainda não sabeis fazer com amor as tarefas mais humildes.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 23:43
| comentar

Oração

Um camponês, durante um dia de mercado, entrou num restaurante para almoçar. Estava quase cheio de ricos comerciantes. O empregado indicou-lhe uma mesa a um canto onde estava um único talher.

Ele, antes de se sentar, fez uma breve oração seguida do sinal da cruz.

Os seus vizinhos observaram-no com uma curiosidade cheia de ironia e um deles perguntou-lhe:

- Na sua terra as pessoas rezam antes de comer?

Os outros sorriram de ironia ao ver esse homem sem medo de manifestar publicamente a sua fé.

O camponês, que tinha começado tranquilamente a comer, respondeu:

- Não, há quem não reze antes de comer nem depois.

Um dos vizinhos de mesa, escarneceu:

- Ah, sim? E quem é que não reza?

O camponês respondeu tranquilamente:

- Por exemplo, as minhas vacas, o meu burro e os meus porcos…

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 23:16
| comentar
Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Demonstração filosófica da existência de Deus

O universo existe, porque a gente sabe que ele começou. Se tudo tivesse que começar, não teria começado nada.

Cada fenómeno da natureza tem a sua explicação noutro fenómeno. Enquanto cada realidade está em cadeia, encontra a explicação do seu funcionamento dentro da cadeia de causas e efeitos, exemplo: o Homem come a vaca, a vaca come a erva, a erva busca a sua energia no Sol, o Sol é o resultado da concentração de poeiras cósmicas que derivam, por sua vez, duma explosão que se deu no início de tudo e, a partir da qual, se formou a matéria que constitui o universo. A prova desse começo, ou seja, do “Big-Bang” é o afastamento das Galáxias para os limites do Universo, como resultado da energia libertada por essa explosão e são, também, os quasars que são ondas vibratórias, ou seja, restos fossilizados da explosão inicial. Historicamente a cadeia é finita enquanto funciona, e levanta-se o problema da existência da origem do funcionamento do primeiro elemento da cadeia História, ou seja, do “Big-Bang”. Neste momento vemos que o funcionamento da cadeia não se explica só pela cadeia. Mais concretamente, a energia para actuar precisa de estar concentrada e precisa de uma energia maior e não se pode ir até ao infinito, porque o infinito implica nunca ter começado e se o universo existe é porque teve um princípio. Se não existissem estados anteriores de energia, não existiria o estado actual de energia concentrado, ora, como existe o estado actual de energia concentrado, logo existem os estados anteriores de energia e logo terá de haver uma “energia”, ou melhor, uma realidade que não é fenómeno, uma causa incausada que esteja na origem do primeiro fenómeno da cadeia.

O que equivale a dizer que de antecedente em antecedente chegamos a um primeiro facto que precisa de um antecedente que, por sua vez, não precisa de antecedente, ou seja, que não começou, que existe simplesmente, que é anterior a tudo.

Chamem-lhe o que quiserem chamar, nós chamamos-lhe Deus.

Portanto dá-se uma passagem do empírico (experimental) para o não empírico por força dos factos, pois, se não houvesse esse “Ser” não haveria condições de existência do mundo Histórico.

Alguém disse que buscar Deus para além do universo era como tentar dependurar uma corrente num prego pintado na parede… Mas, na realidade, dá-se absolutamente o contrário: a “corrente” está dependurada, isto é, o universo existe! Portanto tem de estar lá o “prego”… Quer dizer: se o universo existe, Deus existe.

Padre João Pires

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 13:03
| comentar

Velhice

Um repórter estava a entrevistar os idosos de um lar. A um dos mais velhos perguntou:

- Como conseguiu chegar a uma idade tão avançada?

- Disciplina, meu filho! Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar, para trabalhar e para comer.

Um outro velhinho respondeu:

- Eu sempre evitei vícios: nunca fumei nem bebi álcool.

Ao chegar ao que lhe pareceu mais idoso perguntou-lhe:

- O Senhor também foi disciplinado, sem vícios, não é verdade?

- Nada disso. Nunca tive horário para nada. Gastei tudo em tabaco, álcool, drogas, prostitutas…

O jornalista perguntou a esse homem de aspecto envelhecido:

- E que idade tem?

Respondeu ele:

- Trinta e seis anos!

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 12:00
| comentar

Tradutor

posts recentes

Vai de férias com Deus!

Santíssima Trindade - Tri...

A virtude esquecida

O Importante é o coração

O Mistério do Sofrimento

Deus existe!

Espiritualidade

Oração

Demonstração filosófica d...

Velhice

Juventude e religião

CONTADOR


Contador Grátis

Oração do amigo- Gabriel Chalita

Banda Dominus Padre Fábio Ivete Sangalo Não estou sozinho

links

A autoridade é para servir - Pe. Fábio de Melo

A Paz Pe Fabio de Mello e Roupa Nova 30 anos Oficial

Viver Pra Mim É Cristo - Padre Fábio de Melo

SÓ DEUS BASTA