No meu interior tem Deus

Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010

O Burro e o Lavrador

Havia um lavrador dono de um burro que caíra a um poço. O animal zurrou fortemente durante algumas horas, enquanto o dono procurava ajuda para o retirar. Não a encontrando, acabou por decidir que, sendo o burro já velho e estando o poço já seco, o melhor era tapar o poço, não valendo a pena tirar o burro.

Convidou então todos os vizinhos para o ajudarem. Cada um pegou numa pá e começaram a atirar terra para dentro do poço. O burro, ao ver o que se estava a passar, começou desesperadamente a zurrar. Mas, pouco depois, para surpresa de todos, calou-se, e só se ouvia o som das pazadas a cair. O aldeão, olhando para o fundo do poço, ficou surpreendido com o que o burro estava a fazer. Sacudia a terra que ia caindo nas costas e dava mais um passo para cima da terra. Todos viram com espanto como o burro chegou ao cimo do poço, saltou para fora e… foi-se!

A vida vai-te atirar muita terra para cima, terra de todos os géneros. O segredo para saíres do teu poço é sacudi-la e usá-la para dares um passo para cima. Cada um dos nossos problemas é um degrau para subir. Assim, podemos sair dos vazios mais profundos, se não nos dermos por vencidos… Usa a terra que te atiram, para caminhares em frente.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 01:06
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

A Bíblia e o telemóvel

Já imaginaste o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia da mesma forma que tratamos o nosso telemóvel? Se trouxéssemos sempre a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

Se olhássemos para a Bíblia várias vezes ao dia?

Se voltássemos para ir buscá-la quando a esquecemos em casa, ou no escritório…?

Se a usássemos para enviar mensagens aos nosso amigos?

Se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

Se a oferecêssemos de presente às crianças?

Se a usássemos quando viajamos?

Se a fôssemos buscar, em caso de emergência?

Ao contrário do telemóvel, a Bíblia não fica sem sinal. Ela “tem rede” em qualquer lugar.

Não é preciso preocupar-nos com a falta de crédito, porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a chamada e a carga da bateria dura toda a vida.

«Buscai o Senhor, enquanto se pode encontrar, invocai-o, enquanto está perto» (Isaías 55, 6).

NELA ENCONTRAMOS ALGUNS “NÚMEROS DE TELEFONE” DE EMERGÊNCIA:

Quando estiveres triste, liga para João 14.

Quando as pessoas falarem de ti, liga para o Salmo 27.

Quando estiveres nervoso, liga para o Salmo 51.

Quando estiveres preocupado, liga para Mateus 6, 19-34.

Quando estiveres em perigo, liga para o Salmo 91.

Quando Deus te parecer distante, liga paro o Salmo 63.

Quando a tua fé precisar de ser activada, liga para Hebreus 11.

Quando estiveres solitário e com medo, liga para o Salmo 23.

Quando fores áspero e crítico, liga para 1 Coríntios 13.

Para saber o segredo da felicidade, liga para Colossenses 3, 12-17.

Quando te sentires triste e sozinho, liga para Romanos 8, 31-39.9

Quando quiseres paz e descanso, liga para Mateus 11, 25-30.

Quando o mundo te parecer maior que Deus, liga para o salmo 90.

( Autor desconhecido) 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 18:26
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Falar claro

Uma estudante teve uma triste experiência no mundo da droga. Foi levada para uma comunidade de acolhimento, a fim de se libertar dessa escravidão.

Uns dias depois, o padre que orientava a comunidade, pessoa culta e formada em psicologia e teologia, quis falar com ela.

A jovem, com palavras muito duras, foi contando a sua experiência com as drogas.

Este primeiro encontro foi seguido de outros, mas sem resultados visíveis. O padre procurava convencer a jovem com os argumentos mais convincentes, os que julgava mais científicos, mas ela continuava sempre igual.

Vieram as férias e terminaram os encontros entre o sábio padre e a estudante. Recomeçou o ano e ela não apareceu. O padre perguntou por ela e disseram-lhe que se tinha convertido.

A jovem apareceu mais tarde, entrou no gabinete do padre e abraçou-o. E contou então a história da sua conversão:

- O senhor nas nossas conversas tratou-me com luvas de veludo. Mas o cozinheiro com quem trabalhei este Verão tratou-me de maneira diferente. Disse-me: Vejo que andas triste. Por que é que não permites que Cristo entre na t?» Eu comecei a ler os Evangelhos todas as noites. E num  desses dias Cristo entrou na minha vida e curou-me».

 (Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 00:55
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