No meu interior tem Deus

Sábado, 8 de Setembro de 2012

Façam o favor de ser felizes

«Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não me esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus, a cada manhã, pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um «não». É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta».

 

Augusto Cury, «Dez leis para ser feliz».

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 19:20
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2012

Um alpinista sem fé

Certo alpinista, ansioso por conquistar uma altíssima montanha, iniciou a subida depois de anos de preparação. Mas querendo a glória só para si, resolveu subir sozinho, sem companheiros.

A subida era cada vez mais íngreme; fez-se noite e a visibilidade era zero... A poucos metros do cume da montanha, resvalou e caiu numa ravina, ficando preso por um ramo, no meio da escuridão da noite, sem luar nem estrelas. Depois da queda e ainda um pouco tonto, deu por si, em pânico, agarrando fortemente um frágil ramo que ali nascera, na ravina.

Pensou por uns momentos que se poderia salvar, mas depois reconheceu que estava suspenso entre o céu e a terra. Desesperado, gritou bem alto: Meu Deus, ajuda-me! De repente, no meio do nada, uma voz grave e profunda respondeu-lhe lá dos céus:

- Que queres?

- Meu Deus, salva-me!

- Queres realmente a minha ajuda?, inquriu Deus.

- Claro que sim, meu Deus!, gritou o alpinista já quase a sufocar.

- Então, larga esse ramo que te segura, e eu te apanharei no ar!

- Como? Largar o ramo? Não! Isso não posso fazer. Seria um suicídio!

O alpinista, aterrorizado, agarrou-se ao ramo ainda com mais força, pensando, sozinho, na escuridão da noite, na enorme distância que o separaria do solo.

No dia seguinte, uma equipa de socorro encontrou o alpinista morto, preso no ramo, no final de uma ravina, apenas a um metro do solo...

 

O seu mal foi não ter confiado em Deus, mesmo quando parecia não ter razão nem lógica o que lhe pedia e também ter ido escalar a montanha sozinho...

(Contos, fábulas e parábolas)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 22:05
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Sexta-feira, 24 de Junho de 2011

Santíssima Trindade - Trinitas

Conta-se que certa vez um filósofo cruzou-se com as crianças que vinham da catequese.

- O que é que aprenderam hoje?

- Hoje aprendemos o mistério da Santíssima Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.

- Ena pá, com tanta gente! E qual deles é o mais velho?

- As pessoas divinas são eternas portanto em Deus não há idade.

- Então o pai não é mais velho do que o filho? Insiste o filósofo.

- Claro que não. Aprendemos que há um só Deus em três pessoas iguais e distintas.

- Então diz-me lá. O teu pai não é mais velho do que tu?

- Não senhor...

- São essas mentiras que vão aprender à catequese? Olha, o meu pai é mais velho do que eu.

- Pois fique a saber que o meu não. O meu pai é há tanto tempo meu pai como eu sou seu filho. Enquanto eu não fui filho dele, ele não foi meu pai.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, ao Deus que é, que era e que vem, como era no princípio, agora e sempre.

As pessoas divinas não são três deuses porque o cumprimento, a largura e a profundidade dum corpo não são três corpos; nem a raiz, o tronco e os ramos não formam três árvores; como a forma, a cor e a fragrância da flor não fazem três flores. Assim Deus não se contenta em relacionar-se com o Homem apenas como Pai, mas também como irmão, por Jesus Cristo, e como Espírito vivificante.

Pe. José David Quintal Vieira, scj

© Sacerdotes do Coração de Jesus - Dehonianos

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 22:23
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Domingo, 2 de Janeiro de 2011

As duas moedas

Certo dia um vendedor encontrou-se com um mendigo cheio de fome. Compadeceu-se dele e deu-lhe duas moedas.

Algum tempo depois, os dois homens voltaram a encontrar-se nos arredores do mercado. O vendedor perguntou-lhe:

- Que fizeste com as moedas que te dei?

O mendigo respondeu:

- Com uma delas comprei pão, para ter com que viver. Com a outra, comprei uma linda flor, para ter porquê viver.

Para viver necessitamos de pão que nos alimenta o corpo, mas também daquilo que a flor simboliza, o alimento para o espírito.

Nem só de pão vive o homem. O homem também necessita de outras coisas que não se encontram no supermercado: a esperança, a coragem, o amor, a solidariedade, o perdão, o carinho.

As flores que colocamos sobre a mesa estão a recordar-nos que não basta existir. É necessário viver segundo os valores tão belos de Jesus Cristo, nosso Senhor.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 21:33
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Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010

A virtude esquecida

Conta-se que, na China antiga, um príncipe da região norte do país estava para ser coroado imperador. Mas, de acordo com a lei, ele deveria casar-se. Sabendo disso, resolveu fazer uma disputa entre as jovens da corte ou quem quer que se achasse digna da sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, há muitos anos serva do palácio, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu tristeza, pois sabia que a sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

 Ao chegar a casa relatou o facto à jovem e espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração. Incrédula, indagou-a:

- Minha filha, o que vais lá fazer? Estarão presentes todas as mais belas e ricas jovens da corte.

A filha respondeu:

- Querida mãe, eu sei que jamais serei a escolhida, mas é a minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe. E isso já me fará feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, jóias e com as mais determinadas intenções.

Então, o príncipe anunciou o desafio:

- Darei a cada uma de vós uma semente. Aquela que dentro de seis meses me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes de jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão do seu amor, ela não precisaria de se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. Dia após dia, ela sentia cada vez mais longe o seu sonho, mas aumentava o seu profundo amor.

Passaram-se seis meses e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a jovem comunicou à sua mãe que, independente das circunstâncias, iria ao palácio, na data e hora combinada, nem que fosse só para ver o príncipe.

Na hora marcada, estava lá com o seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com a flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como a sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reacções. Ninguém compreendeu por que é que ele escolheu aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:

- Esta jovem foi a única que cultivou a flor que a torna digna de ser uma Imperatriz, a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis!

  ( Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:16
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O Burro e o Lavrador

Havia um lavrador dono de um burro que caíra a um poço. O animal zurrou fortemente durante algumas horas, enquanto o dono procurava ajuda para o retirar. Não a encontrando, acabou por decidir que, sendo o burro já velho e estando o poço já seco, o melhor era tapar o poço, não valendo a pena tirar o burro.

Convidou então todos os vizinhos para o ajudarem. Cada um pegou numa pá e começaram a atirar terra para dentro do poço. O burro, ao ver o que se estava a passar, começou desesperadamente a zurrar. Mas, pouco depois, para surpresa de todos, calou-se, e só se ouvia o som das pazadas a cair. O aldeão, olhando para o fundo do poço, ficou surpreendido com o que o burro estava a fazer. Sacudia a terra que ia caindo nas costas e dava mais um passo para cima da terra. Todos viram com espanto como o burro chegou ao cimo do poço, saltou para fora e… foi-se!

A vida vai-te atirar muita terra para cima, terra de todos os géneros. O segredo para saíres do teu poço é sacudi-la e usá-la para dares um passo para cima. Cada um dos nossos problemas é um degrau para subir. Assim, podemos sair dos vazios mais profundos, se não nos dermos por vencidos… Usa a terra que te atiram, para caminhares em frente.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 01:06
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

A Bíblia e o telemóvel

Já imaginaste o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia da mesma forma que tratamos o nosso telemóvel? Se trouxéssemos sempre a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

Se olhássemos para a Bíblia várias vezes ao dia?

Se voltássemos para ir buscá-la quando a esquecemos em casa, ou no escritório…?

Se a usássemos para enviar mensagens aos nosso amigos?

Se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

Se a oferecêssemos de presente às crianças?

Se a usássemos quando viajamos?

Se a fôssemos buscar, em caso de emergência?

Ao contrário do telemóvel, a Bíblia não fica sem sinal. Ela “tem rede” em qualquer lugar.

Não é preciso preocupar-nos com a falta de crédito, porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a chamada e a carga da bateria dura toda a vida.

«Buscai o Senhor, enquanto se pode encontrar, invocai-o, enquanto está perto» (Isaías 55, 6).

NELA ENCONTRAMOS ALGUNS “NÚMEROS DE TELEFONE” DE EMERGÊNCIA:

Quando estiveres triste, liga para João 14.

Quando as pessoas falarem de ti, liga para o Salmo 27.

Quando estiveres nervoso, liga para o Salmo 51.

Quando estiveres preocupado, liga para Mateus 6, 19-34.

Quando estiveres em perigo, liga para o Salmo 91.

Quando Deus te parecer distante, liga paro o Salmo 63.

Quando a tua fé precisar de ser activada, liga para Hebreus 11.

Quando estiveres solitário e com medo, liga para o Salmo 23.

Quando fores áspero e crítico, liga para 1 Coríntios 13.

Para saber o segredo da felicidade, liga para Colossenses 3, 12-17.

Quando te sentires triste e sozinho, liga para Romanos 8, 31-39.9

Quando quiseres paz e descanso, liga para Mateus 11, 25-30.

Quando o mundo te parecer maior que Deus, liga para o salmo 90.

( Autor desconhecido) 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 18:26
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Falar claro

Uma estudante teve uma triste experiência no mundo da droga. Foi levada para uma comunidade de acolhimento, a fim de se libertar dessa escravidão.

Uns dias depois, o padre que orientava a comunidade, pessoa culta e formada em psicologia e teologia, quis falar com ela.

A jovem, com palavras muito duras, foi contando a sua experiência com as drogas.

Este primeiro encontro foi seguido de outros, mas sem resultados visíveis. O padre procurava convencer a jovem com os argumentos mais convincentes, os que julgava mais científicos, mas ela continuava sempre igual.

Vieram as férias e terminaram os encontros entre o sábio padre e a estudante. Recomeçou o ano e ela não apareceu. O padre perguntou por ela e disseram-lhe que se tinha convertido.

A jovem apareceu mais tarde, entrou no gabinete do padre e abraçou-o. E contou então a história da sua conversão:

- O senhor nas nossas conversas tratou-me com luvas de veludo. Mas o cozinheiro com quem trabalhei este Verão tratou-me de maneira diferente. Disse-me: Vejo que andas triste. Por que é que não permites que Cristo entre na t?» Eu comecei a ler os Evangelhos todas as noites. E num  desses dias Cristo entrou na minha vida e curou-me».

 (Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 00:55
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Sábado, 19 de Junho de 2010

O Mistério do Sofrimento

Um dia, um grupo de pessoas discutia acerca de Deus. Eram elas uma mulher vítima dos campos de concentração dos nazis, um jovem negro rejeitado pelos brancos e uma jovem estudante que tinha sido violada. Todos faziam a mesma pergunta:

- Será que Deus sabe o que é sofrer? Ele, lá longe deste mundo, deve ter uma vida muito cómoda.

Um deles foi dizendo:

- Gostava que Deus, para sentir o que é a maldade e o sofrimento, nascesse judeu, que tivesse um trabalho duro de forma a passar fome e sede, fosse atraiçoado pelos seus amigos, fosse julgado e condenado por um juiz cobarde, que fosse torturado, que sentisse o que é estar terrivelmente só, que o fizessem morrer como um bandido…

Um dos presentes, que conhecia alguma coisa da vida de Jesus, ficou em silêncio. Os companheiros perguntaram-lhe se não falava como antes. Ele disse:

- Afinal, Deus já passou por todos esses sofrimentos. Os Evangelhos disso dão testemunho. Deus fez-se realmente homem em Jesus de Nazaré.

E foi explicando aos companheiros que Deus quis nascer judeu, viveu pobremente, foi rejeitado pelo seu povo e, na sua paixão, desceu até ao sofrimento mais doloroso e humilhante.

Jesus Cristo é Deus connosco. Ele desceu aos infernos, isto é, assumiu verdadeiramente a condição humana mesmo naquilo que existe de mais humilhante. E fê-lo por amor.

Em Jesus, Deus conhece as nossas dores, as nossas angústias perante a morte, o abandono dos amigos. Em Jesus, Deus assumiu a nossa condição humana. Com Ele, a Vida vencerá.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 01:09
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Deus existe!

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo. Conversa vai, conversa vem até que surgiu o tema de Deus… O barbeiro disse:

- Para mim não é claro que Deus exista como você diz. Nem sequer acredito em tal!

- Mas, que é que o leva a duvidar? – perguntou o cliente.

- Bem, é simples, você só precisa sair à rua e contactar com as pessoas, para perceber que Deus não existe. Se Deus existisse, acha que haveria tantas pessoas doentes? Tantas crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor nem sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permita todas essas coisas más.

O cliente pensou por um momento, mas não quis dar uma resposta imediata para evitar renhida discussão. O barbeiro terminou o trabalho; e o cliente fez as contas e saiu.

Neste momento, ele deparou com um homem na rua com barba e cabelos longos e desalinhados.

Então o cliente voltou a entrar na barbearia e disse ao barbeiro:

- Sabe uma coisa, amigo? Afinal, não existem barbeiros.

- Como não existem? – replicou o barbeiro.

- Estou eu aqui e sou um barbeiro!

- Não existem, não, senhor! – exclamou o cliente. A prova é que, se eles existissem, não andariam pessoas com barba e cabelos longos e mal arranjados como aquele homem que vai ali na rua.

 - Ah!... mas, na verdade, existem barbeiros. O que acontece é que nem todas as pessoas os procuram. E isso é uma opção delas.

- Exactamente! – afirmou o cliente – É justamente isso . Encontrou a resposta para a sua dúvida inicial. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não O procuram, pois essa é a opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo, que não são assumidos. É mais cómodo atribuí-los à não existência de Deus ou a culpa de Deus.

Ofereçamos a nossa vida a Deus com toda a generosidade. Mas não cruzemos os braços pensando que o destino está traçado.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 00:51
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