No meu interior tem Deus

Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012

Um Presépio em 1926

(Descrição de um presépio por “Jorge Amado”)

Representava o presépio, como é de esperar-se, o nascimento de Cristo na cocheira pobre da distante Palestina. Mas, ah!, a árida terra ocidental era hoje apenas um detalhe no centro do mundo variado, onde se misturavam democraticamente cenas e figuras as mais diversas, dos mais diferentes períodos da história. Ampliando-se ano a ano: homens célebres, políticos, cientistas, militares, literatos e artistas, animais domésticos e ferozes, maceradas faces de santo ao lado da radiosa carnação de estrelas seminuas de cinema. Sobre o tablado elevava-se uma sucessão de colinas com um pequeno vale ao centro onde ficava a estrebaria com o berço de Jesus, Maria sentada ao lado, S. José de pé segurando pelo cabresto um tímido jumento. Essas figuras não eram as maiores nem as mais ricas do presépio. Ao contrário, pareciam pequenas e pobres ao lado de outras, mas como eram as do primeiro presépio por elas montado, Quinquina e Florzinha faziam questão de conservá-las. Já o mesmo não acontecia com o grande e misterioso cometa anunciador do nascimento, suspenso por fios entre a estrebaria e um céu de pano azul perfurado de estrelas. Uma enorme estrela de cauda vermelha, tudo em papel celofane, tão bem concebida e realizada que parecia dela descer toda a luz a resplandecer no imenso presépio. Nas proximidades da estrebaria, vacas – acordadas do seu pacífico sono pelo acontecimento -, cavalos, gatos, cachorros, galos, patos e galinhas, um leão e um tigre, uma girafa, animais variados adoravam o recém-nascido. E guiados pela luz da estrela, ali estavam os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, trazendo ouro, incenso e mirra. Duas figuras bíblicas as dos reis brancos, recortadas há muito tempo de um almanaque. Quanto ao rei negro, porém, cuja figura a humidade arruinara, fora recentemente substituído pelo retrato do sultão de Marrocos, profusamente divulgado pelos jornais e revistas da época (que melhor rei, em verdade, mais indicado para substituir o estropiado Melchior, do que aquele tão necessitado de proteção, lutando de armas na mão pela independência do seu reino?).

Um rio, filete de água correndo sobre o leito de um cano de borracha cortada ao meio, descia das colinas para o vale, e até mesmo uma cachoeira fora concebida e realizada. Caminhos cruzavam as colinas, dirigindo-se todos à estrebaria, arruados levantavam-se aui e ali. E nesses caminhos, diante de casa de janelas iluminadas, encontravam-se, em meio a animais, os homens e mulheres que, de alguma forma, se haviam destacado no Brasil e no mundo, cujos retratos mereceram a consagração das revistas. Ali estava Santos Dumont ao lado dos seus primitivos aviões, com um chapéu esportivo e seu ar um pouco triste. Próximo a ele, na vertente direita de uma colina, confabulavam Herodes e Pilatos. Mais adiante, heróis da guerra: o rei George V, da Inglaterra, o kaiser, o marechal Joffre, Lloyd George, Poincaré, o tzar Nicolau. E lá estava até mesmo Vladimir Lenin, o temido chefe da Revolução Bolchevique.

(In “Gabriela, Cravo e Canela”)

Alcino Meneses

 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 16:03
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Sábado, 8 de Setembro de 2012

Façam o favor de ser felizes

«Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não me esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus, a cada manhã, pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um «não». É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta».

 

Augusto Cury, «Dez leis para ser feliz».

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 19:20
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2012

O CORAÇÃO DE JESUS

              Nos tempos vertiginosos em que vivemos, banalizou-se a imagem, o simbolismo e a importância do coração.

            Repetem-se cartões, e-mails, sms, publicidades. Vende-se o coração como símbolo de amor romântico, superficial e passageiro. Apela-se ao consumo de produtos que protegem o músculo sensível de doenças frequentes e fatais. Nem as crianças escapam à avalanche de pequenos enfeites vermelhos nos desenhos animados, nos brinquedos, nas roupas.

            Associado desde sempre ao domínio das emoções, reina no campo dos afetos, é dele que falamos quando amamos, quando sofremos ou quando temos medo - «dá-nos um aperto no coração!». As canções mais conhecidas repetem à exaustão os efeitos do amor/ ódio no coração de toda a gente.

            Contudo, esta visão é limitada, humana, finita. O coração dos homens é pequeno, mortal como eles próprios. Tem o limite do seu portador, ama pouco e mal.

            Para que seja infinito, o coração de Jesus tem, forçosamente, de possuir uma capacidade ilimitada de amor - "O lado aberto de Cristo revela-nos a riqueza de seu amor infinito..." – João Paulo II.

            É no coração de Cristo, verdadeiramente ferido, humilhado, despojado, que encontramos o significado da superação da dor, da coragem, da persistência e da gratuidade do amor real, divino, mais raro e precioso do que o amor pequeno e, tantas vezes mesquinho, dos homens.

            A devoção (do Latim devovere, prestar culto à divindade) ao Coração de Jesus é o reconhecimento de que nele cabem todos os homens, bons e maus, santos ou pecadores. No Coração de Deus, há lugar para a humanidade inteira. E no nosso coração, haverá lugar para Deus?

Ana Bretão

No coração de Jesus

Tenho tudo que eu quero

No coração de Jesus

Tenho a paz que eu preciso

Tenho o abrigo perfeito

Contra qualquer perigo

Tenho o apoio da mão

Do verdadeiro amigo

  

(Roberto Carlos)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 17:58
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Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010

A virtude esquecida

Conta-se que, na China antiga, um príncipe da região norte do país estava para ser coroado imperador. Mas, de acordo com a lei, ele deveria casar-se. Sabendo disso, resolveu fazer uma disputa entre as jovens da corte ou quem quer que se achasse digna da sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, há muitos anos serva do palácio, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu tristeza, pois sabia que a sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

 Ao chegar a casa relatou o facto à jovem e espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração. Incrédula, indagou-a:

- Minha filha, o que vais lá fazer? Estarão presentes todas as mais belas e ricas jovens da corte.

A filha respondeu:

- Querida mãe, eu sei que jamais serei a escolhida, mas é a minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe. E isso já me fará feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, jóias e com as mais determinadas intenções.

Então, o príncipe anunciou o desafio:

- Darei a cada uma de vós uma semente. Aquela que dentro de seis meses me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes de jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão do seu amor, ela não precisaria de se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. Dia após dia, ela sentia cada vez mais longe o seu sonho, mas aumentava o seu profundo amor.

Passaram-se seis meses e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a jovem comunicou à sua mãe que, independente das circunstâncias, iria ao palácio, na data e hora combinada, nem que fosse só para ver o príncipe.

Na hora marcada, estava lá com o seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com a flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como a sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reacções. Ninguém compreendeu por que é que ele escolheu aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:

- Esta jovem foi a única que cultivou a flor que a torna digna de ser uma Imperatriz, a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis!

  ( Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:16
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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Levar as crianças à Igreja

Nas nossas comunidades fazem-se muitos esforços de apostolado, especialmente na catequese. Mas geralmente depois do Crisma há uma grande “fuga” por parte dos jovens e casais novos. Eles “ausentam-se da missa, etc.

 

Porquê? Há várias razões. Mas há uma que está na raiz de todas as outras. É que, antes de irem à catequese, e já desde bebés, muitas das nossas crianças não são levadas à missa, não ouvem contar coisas de Cristo e não rezam.

 

Espera-se pela catequese… Mas já é tarde, muito tarde! Isto porque, a começar por essa altura, já não se pode semear nas crianças o gosto e o amor pelo Cristianismo e pelas coisas religiosas. Hoje sabe-se que é a partir do nascimento que as raízes dos gostos e dos “amores” futuros se semeiam nos corações das crianças. Também os gostos e amores religiosos.

 

Há 3 “práticas” necessárias para se semear o Cristianismo na alma das crianças e dos futuros adultos.

 

Elas são:

1. Levar os bebés e as crianças à missa desde que nascem.

Se isto não se fizer, as crianças ficam “estranhas” às coisas da fé, e dificilmente aprendem a amá-las. Dificilmente praticam a sério. Serão “ausentes”…

É que a presença com a comunidade na celebração, nos cânticos, nas orações, contagia a criança com as coisas religiosas e faz elas amarem estas coisas.

Caso contrário ficam “estranhas”, indiferentes, desligadas…

Por isso é urgente fazermos tudo para que os bebés e as crianças das nossas comunidades sejam levadas à missa desde que nascem. E não tenhamos medo: se começarem já em bebés, não incomodam ninguém. A comunidade deve sentir alegria por ter os seus bebés na missa.

 

2. A partir dos dois anos contar-lhes ou ler-lhes coisas da Bíblia, especialmente de Cristo.

As crianças são “loucas” por histórias. Também histórias religiosas, como sejam os milagres de Cristo, as parábolas, a Paixão, etc. E ficam amigos de Cristo ao ouvir essas histórias. É tão fácil ler-lhas…

Hoje há livros muito bons com tais histórias preparadas para serem lidas aos pequeninos.

 

3. Rezar com as crianças, também a partir dos dois anos.

Começar com pequeninas orações; passar depois à Ave-Maria, ao Pai Nosso, à Salve Rainha, etc.

Quando se reza com as crianças elas contagiam-se com as coisas espirituais e com Deus.

 

Pais, avós, padrinhos, tios, irmãos, vizinhos, vamos lutar para que:

- todos os bebés e crianças vão à missa

- todas as crianças ouçam histórias religiosas

- todas as crianças sejam ensinadas a rezar

 

Padre Francisco Caetano Tomás

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 17:19
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

Dai-lhes de comer

Um eremita viu no bosque um gavião que levava para o seu ninho um pedaço de carne. O gavião cortou-a em pequenos bocados e deu de comer a uma gralha ferida.

O eremita ficou admirado ao ver um gavião a socorrer uma pequena gralha e disse para consigo:

- Deus deu-me um sinal. Nem sequer uma pequena gralha sozinha e faminta é por Ele abandonada. Deus ensinou um feroz gavião a alimentar uma criatura de outra raça. Deus dá o necessário a todas as criaturas para viverem, e nós sempre tão preocupados com o que havemos de comer! Por isso, a partir de hoje, não me irei preocupar com os alimentos. Se Deus não abandona as aves do céu, também não me abandonará a mim.

E assim fez. Durante o dia, rezava, rezava, e mais nada. Durante três dias e três noites permaneceu assim.

Ao fim deste tempo, dirigiu-se a Deus com palavras de protesto:

- Senhor, tu alimentas as aves do céu, que não semeiam nem colhem, será que me abandonarás a mim, que passo os dias em oração?

Feita a oração, devido à extrema fraqueza, o eremita começou a sentir-se doente e adormeceu. Apareceu-lhe então um anjo que lhe disse:

- Deus deu-te, de facto, um sinal. A gralha faminta é alimentada pelo gavião. Mas porque não imitas o gavião que luta contra a fome?

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 13:23
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Sábado, 19 de Junho de 2010

O Mistério do Sofrimento

Um dia, um grupo de pessoas discutia acerca de Deus. Eram elas uma mulher vítima dos campos de concentração dos nazis, um jovem negro rejeitado pelos brancos e uma jovem estudante que tinha sido violada. Todos faziam a mesma pergunta:

- Será que Deus sabe o que é sofrer? Ele, lá longe deste mundo, deve ter uma vida muito cómoda.

Um deles foi dizendo:

- Gostava que Deus, para sentir o que é a maldade e o sofrimento, nascesse judeu, que tivesse um trabalho duro de forma a passar fome e sede, fosse atraiçoado pelos seus amigos, fosse julgado e condenado por um juiz cobarde, que fosse torturado, que sentisse o que é estar terrivelmente só, que o fizessem morrer como um bandido…

Um dos presentes, que conhecia alguma coisa da vida de Jesus, ficou em silêncio. Os companheiros perguntaram-lhe se não falava como antes. Ele disse:

- Afinal, Deus já passou por todos esses sofrimentos. Os Evangelhos disso dão testemunho. Deus fez-se realmente homem em Jesus de Nazaré.

E foi explicando aos companheiros que Deus quis nascer judeu, viveu pobremente, foi rejeitado pelo seu povo e, na sua paixão, desceu até ao sofrimento mais doloroso e humilhante.

Jesus Cristo é Deus connosco. Ele desceu aos infernos, isto é, assumiu verdadeiramente a condição humana mesmo naquilo que existe de mais humilhante. E fê-lo por amor.

Em Jesus, Deus conhece as nossas dores, as nossas angústias perante a morte, o abandono dos amigos. Em Jesus, Deus assumiu a nossa condição humana. Com Ele, a Vida vencerá.

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 01:09
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

Oração

Um camponês, durante um dia de mercado, entrou num restaurante para almoçar. Estava quase cheio de ricos comerciantes. O empregado indicou-lhe uma mesa a um canto onde estava um único talher.

Ele, antes de se sentar, fez uma breve oração seguida do sinal da cruz.

Os seus vizinhos observaram-no com uma curiosidade cheia de ironia e um deles perguntou-lhe:

- Na sua terra as pessoas rezam antes de comer?

Os outros sorriram de ironia ao ver esse homem sem medo de manifestar publicamente a sua fé.

O camponês, que tinha começado tranquilamente a comer, respondeu:

- Não, há quem não reze antes de comer nem depois.

Um dos vizinhos de mesa, escarneceu:

- Ah, sim? E quem é que não reza?

O camponês respondeu tranquilamente:

- Por exemplo, as minhas vacas, o meu burro e os meus porcos…

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 23:16
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Demonstração filosófica da existência de Deus

O universo existe, porque a gente sabe que ele começou. Se tudo tivesse que começar, não teria começado nada.

Cada fenómeno da natureza tem a sua explicação noutro fenómeno. Enquanto cada realidade está em cadeia, encontra a explicação do seu funcionamento dentro da cadeia de causas e efeitos, exemplo: o Homem come a vaca, a vaca come a erva, a erva busca a sua energia no Sol, o Sol é o resultado da concentração de poeiras cósmicas que derivam, por sua vez, duma explosão que se deu no início de tudo e, a partir da qual, se formou a matéria que constitui o universo. A prova desse começo, ou seja, do “Big-Bang” é o afastamento das Galáxias para os limites do Universo, como resultado da energia libertada por essa explosão e são, também, os quasars que são ondas vibratórias, ou seja, restos fossilizados da explosão inicial. Historicamente a cadeia é finita enquanto funciona, e levanta-se o problema da existência da origem do funcionamento do primeiro elemento da cadeia História, ou seja, do “Big-Bang”. Neste momento vemos que o funcionamento da cadeia não se explica só pela cadeia. Mais concretamente, a energia para actuar precisa de estar concentrada e precisa de uma energia maior e não se pode ir até ao infinito, porque o infinito implica nunca ter começado e se o universo existe é porque teve um princípio. Se não existissem estados anteriores de energia, não existiria o estado actual de energia concentrado, ora, como existe o estado actual de energia concentrado, logo existem os estados anteriores de energia e logo terá de haver uma “energia”, ou melhor, uma realidade que não é fenómeno, uma causa incausada que esteja na origem do primeiro fenómeno da cadeia.

O que equivale a dizer que de antecedente em antecedente chegamos a um primeiro facto que precisa de um antecedente que, por sua vez, não precisa de antecedente, ou seja, que não começou, que existe simplesmente, que é anterior a tudo.

Chamem-lhe o que quiserem chamar, nós chamamos-lhe Deus.

Portanto dá-se uma passagem do empírico (experimental) para o não empírico por força dos factos, pois, se não houvesse esse “Ser” não haveria condições de existência do mundo Histórico.

Alguém disse que buscar Deus para além do universo era como tentar dependurar uma corrente num prego pintado na parede… Mas, na realidade, dá-se absolutamente o contrário: a “corrente” está dependurada, isto é, o universo existe! Portanto tem de estar lá o “prego”… Quer dizer: se o universo existe, Deus existe.

Padre João Pires

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 13:03
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Velhice

Um repórter estava a entrevistar os idosos de um lar. A um dos mais velhos perguntou:

- Como conseguiu chegar a uma idade tão avançada?

- Disciplina, meu filho! Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar, para trabalhar e para comer.

Um outro velhinho respondeu:

- Eu sempre evitei vícios: nunca fumei nem bebi álcool.

Ao chegar ao que lhe pareceu mais idoso perguntou-lhe:

- O Senhor também foi disciplinado, sem vícios, não é verdade?

- Nada disso. Nunca tive horário para nada. Gastei tudo em tabaco, álcool, drogas, prostitutas…

O jornalista perguntou a esse homem de aspecto envelhecido:

- E que idade tem?

Respondeu ele:

- Trinta e seis anos!

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 12:00
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