No meu interior tem Deus

Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

Amor maiúsculo

Um homem, de idade avançada, deslocou-se a uma clínica, para fazer um curativo numa mão. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso. Durante o tratamento, o enfermeiro perguntou-lhe qual o motivo da pressa. Respondeu que precisava de ir a um asilo para, como sempre, tomar o pequeno almoço com a sua mulher, que lá estava internada. Afirmou que ela já estava algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado. Enquanto o clínico acabava de fazer o curativo, perguntou-lhe se a esposa não ficaria preocupada pelo facto de ele chegar mais tarde.

- Não – disse ele. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco que não me reconhece.

Estranhando, perguntou-lhe o enfermeiro:

- Mas… se ela já não sabe quem o senhor é, porquê essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?

O bom homem sorriu, deu-lhe uma palmadinha no ombro e disse-lhe:

- É… Ela não sabe quem eu sou, mas eu, contudo, sei muito bem quem é ela.

«Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía. E pensei: esse é o género de amor que eu quero para a minha vida» - concluiu o enfermeiro.

O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico. O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e…do que já não é.

(Autor desconhecido)

 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:46
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Hoje, apenas hoje!

 

  1. Hei-de viver pensando apenas no dia de hoje, sem querer resolver de uma só vez todos os problemas da minha vida.
  2. Hoje, apenas hoje, hei-de ter o máximo cuidado na minha convivência: afável nas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir alguém à força, mas só a mim mesmo.
  3. Hoje, apenas hoje, hei-de ser feliz na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo, mas também neste.
  4. Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias, sem pretender que todas elas se adaptem aos meus desejos.
  5. Hoje, apenas hoje, hei-de dedicar dez minutos a uma boa leitura. Assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, assim a boa leitura é necessária para a vida do espírito.
  6. Hoje, apenas hoje, farei uma boa acção e não a contarei a ninguém.
  7. Hoje, apenas hoje, farei uma boa acção e não a contarei a ninguém.
  8. Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez não o cumpra totalmente, mas ao menos hei-de propô-lo. E fugirei de dois males: a pressa e a indecisão.
  9. Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente – embora as circunstâncias aparentem o contrário – que Deus se ocupa de mim como se não existisse mais ninguém no Mundo.
  10. Hoje, apenas hoje, não terei qualquer medo. De modo especial não terei medo de apreciar o que é belo e de crer na bondade.

Posso praticar o bem durante 12 horas. O que me desanimaria era pensar que o deveria praticar durante toda a vida.

João XXIII

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:32
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Os dez mandamentos do casal feliz

1.º Os dois nunca devem irritar-se ao mesmo tempo. Isto significa evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária.

2.º Nunca gritar um com o outro, a não ser que a casa esteja em chamas. Quem tem bons argumentos não precisa de gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido.

3.º Se alguém deve ganhar a discussão, deixe que seja o outro. Perder uma discussão, pode ser um acto de inteligência e amor.

4.º Se for inevitável criticar, faço-o com amor. A outra parte precisa entender aquilo que foi dito, tem o objectivo de aproximar e não separar.

5.º Nunca atirar à cara do outro os erros cometidos no passado. A pessoa é sempre maior que os seus erros. E ninguém gosta de ser caracterizado pelos seus defeitos.

6.º Não seja desagradável com qualquer pessoa, menos com o seu cônjuge. Na vida a dois tudo pode e deve ser importante. A felicidade nasce das pequenas coisas.

7.º Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo. Se isto não acontece, amanhã o problema será maior.

8.º Pelo menos uma vez ao dia, diga ao seu cônjuge uma palavra de agrado. Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem-se de o dizer em voz alta.

9.º Se cometer um erro, prepare-se para admiti-lo e pedir desculpas. Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o erro demonstra ser honesta.

10.º Quando um não quer, dois brigam. É sabedoria popular que ensina isto. Mas esta mesma sabedoria lembra que «Dois bicudos não se beijam…». Alguém tem de tomar a iniciativa, quebrar o ciclo.

Tomar iniciativa é gesto de maturidade e amor.

Um católico deve confiar e agradecer a Deus por ter instituído um sacramento para unir e santificar a vida a dois: o matrimónio.

 

(Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:28
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Perseverantes

Era uma vez um narrador de histórias que vivia pobremente, mas muito sonhador e alegre. Impressionava-o ver o mundo tão cinzento, árido, sem coração.

Por isso, decidiu ir para a praça contar histórias que mostrassem a beleza da bondade, da amizade, da alegria. Certamente que ajudaria as pessoas a serem mais felizes. E assim fez.

Subiu a um banco e começou a contar histórias lindas. Homens e mulheres, crianças, jovens e adultos, todos paravam a escutá-lo. Depois, seguiam o seu caminho.

No dia seguinte, lá estava ele de novo. Mas as pessoas que o escutavam eram menos e alguns até se riam dele, julgando que era um louco.

Regressou no dia seguinte, e depois no outro dia. As pessoas foram desaparecendo, mas ele continuava a narrar as suas histórias cheias de cor e beleza. À sua volta era agora um deserto: ninguém o escutava.

Um dia, uma criança parou e perguntou-lhe:

- Não vê que já ninguém o escuta? Não acha que está a perder o seu tempo?

O narrador respondeu:

- Não, meu menino. Continuarei a falar de coisas belas, de amor, de felicidade, de paz, de alegria. Antes, eu pensava que iria mudar esta cidade cinzenta e triste. Agora não me calarei, pois não quero que me mudem a mim.

 (Autor desconhecido)

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:20
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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

Desidratação da alma

Desidratação é falta de água num organismo.

 

A sua descoberta foi importantíssima

Porquê pode causar a morte...

Hoje luta-se muito contra ela.

São soros, garrafas e garrafões de água...

Quase por toda a parte. Até na igreja…

 

Isto faz-nos lembrar a desidratação da alma:

- falta de Cristo

- falta de Oração

- falta de Eucaristia

- falta de prática religiosa

 

Andamos embriagados com o Mundo.

- andar ausente é fácil

- é fácil não ligar

- é fácil fazer troça

- é fácil esquecer

 

A hidratação da alma faz-se:

- pela Eucaristia - Cristo mandou celebrá-la

- pela oração - Cristo mandou rezar

- pela presença de Cristo nos corações.

 

Olhemos para a desidratação da nossa alma...

 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 10:36
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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010

Eu pedi a Deus e Ele respondeu…

Eu pedi a Deus para me libertar dos meus vícios… E Deus respondeu:

- Não, esse trabalho não Me pertence, mas a ti. Eu dei-te os meios, deves pô-los em prática, agindo de forma a renunciar a eles.

Eu pedi a Deus que curasse o meu filho que é aleijado, de forma a ficar perfeito… E Deus respondeu:

- Não, pois é muito mais importante que a sua alma seja perfeita e eterna, já que o seu corpo é apenas temporário e passageiro.

Eu pedi a Deus para me conceder paciência nas minhas adversidades… E Deus disse:

- Não, a paciência é um subproduto das tribulações. Ela não é dada como um presente, mas aprendida e conquistada, no trabalho do dia-a-dia, por cada um.

Eu pedi a Deus para me dar felicidade… E Deus disse:

- Não. Eu dou inteligência, bênçãos e todas as condições necessárias para que atinjas o que pedes. Deves fazê-las render e produzir frutos… Ser feliz depende desse trabalho, depende de ti. Aplica-te.

Eu pedi a Deus para me livrar da dor… E Deus disse:

- Não. O sofrimento afasta-te das ilusões. Aprende com ele e aceita-o como dom, para que essa escola te ensine o caminho e te aproxime mais de Mim.

Eu pedi a Deus para me fazer crescer no espírito e frutificar… E Deus disse:

- Não. Procura crescer em ti próprio, como árvore no pomar. Eu te podarei para que dês frutos de vida eterna.

Eu pedi a Deus tudo aquilo que me levasse a apreciar e a amar a vida… E Deus disse:

- Não. Sou Eu que te dou a vida e tudo o que ela contém. Procura vivê-la intensamente para que aprecies todas as coisas que criei para ti e ames a todos os que te rodeiam, como Eu te amo a ti e a todos os que vivem ao teu lado.

Então eu pedi a Deus para me ensinar a AMAR os outros, como Ele me ama… E Deus disse:

- Ah!... Finalmente, entendeste a ideia…

(Autor desconhecido)

 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 12:03
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O Urso

 Certa vez um urso faminto vagueava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez. Porém, o seu faro aguçado, sentiu o cheiro de comida e conduziu-o a um acampamento de caçadores.

Ao chegar, o urso, percebendo-se de que o acampamento estava vazio, dirigiu-se para uma grande fogueira, ainda em brasas, onde viu uma enorme panela de comida. Com toda a sua força abraçou a panela e enfiou a cabeça dentro, devorando todo o banquete.

Entretanto, começou a perceber que algo o tinha atingido. O calor excessivo da panela tinha-lhe queimado as patas e o peito.

O urso jamais havia experimentado aquela sensação; interpretou as queimaduras pelo seu corpo como alguma coisa que queria tirar-lhe a comida. Então, começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra o seu corpo. Quanto mais a panela quente o queimava, mais ele a apertava contra si e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso, praticamente sentado, recostado numa árvore próxima à fogueira, segurando a panela de comida. Tinha tantas queimaduras que ficou colado à panela e, o seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar a rugir.

Tenhamos a coragem para abandonar aquilo que nos prejudica, visão e coragem que o urso não teve.

( Autor desconhecido)

 

publicado por Padre João Pires, Pároco dos Altares e Raminho às 11:42
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